quinta-feira, 23 de junho de 2016

40 segredos para se tornar mais bela

40 segredos para se tornar mais bela

Novo livro de Nanda Bezerra traz dicas que você não encontrará em nenhuma revista feminina

Revistas, livros e sites de beleza não faltam por aí. Cada um promete uma técnica milagrosa para seu cabelo ficar mais sedoso, suas gordurinhas desaparecem e sua pele rejuvenescer, não é mesmo? E então você começa a seguir religiosamente cada passo a passo. Pode até ser que você consiga atingir algum resultado positivo, mas é sempre temporário. 
Você nunca está satisfeita com sua aparência. O que existe por trás dessa insatisfação toda? Como consertá-la?
Essas e muitas outras questões prometem ser respondidas no livro Mais Linda em 40 Dias, da escritora Nanda Bezerra. A autora, que já fez sucesso com as solteiras com o livro 40 Segredos que Toda Solteira Deveria Saber, escreve agora para todo o público feminino, independentemente de estado civil e idade, com uma mensagem esquecida por muitos: “No livro, eu ensino que a verdadeira beleza é a interior, mas como é algo que não se vê, muitas mulheres não sabem como alcançá-la. Explico o que elas devem fazer para serem bonitas por dentro”, comenta Nanda.
A escritora destaca que propõe uma mudança de vida para as leitoras. “Há mulheres que se enchem de botox e de plásticas e continuam se achando feias, isso porque o interior delas é feio, então o livro leva a uma introspecção muito grande. É olhar para o seu interior e transformá-lo em comportamentos que você, sozinha, não percebe que tem”, conta.
E, antes mesmo do lançamento, a autora já publicou em sua página na internet 40 desafios, em forma de vídeos, para que as leitoras acompanhem e coloquem em prática.
 
Foi o que fez a auxiliar administrativo Yasmin Cristine Schatzmann, de 21 anos, (Foto ao lado) de Joivinlle (SC). Ela conta que se empenhou bastante para cumprir os desafios: “Fazer cada um deles exigiu muito esforço de minha parte, interesse, persistência e dedicação. No final, foi como encontrar um tesouro. Tive o mais lindo aprendizado da minha vida”, resume ela.
E não é à toa que 40 é sempre o número escolhido pela escritora. “É um número muito importante na Bíblia e eu me baseei nela para escrever o livro”, afirma.
Apesar de o livro trazer 40 dicas, Nanda não recomenda ler nem praticar cada uma delas por dia. “A ideia é se dedicar. É preciso ler com muita calma para ter um resultado positivo”, explica a autora.
Yasmin confessa que, após ter assistido aos 40 vídeos e realizado os 40 desafios, está na expectativa pelo lançamento do livro. “Com certeza vou adquirir meu livro. Se, só com os vídeos, já consegui tirar tudo aquilo que me fazia mal da minha vida, com o livro vou ficar ainda mais bonita aos olhos de Deus”, diz ansiosa.
Mas, se a beleza interior é a que importa, então quer dizer que a mulher não deve ter vaidade? “Eu sempre digo que o que me faz bonita por dentro me faz bonita por fora. É claro que precisamos cuidar do nosso exterior também, por isso, o livro traz uma dica de beleza por capítulo, mas de nada adianta se enfeitar, aplicar botox e fazer plásticas se o seu interior não está bem”, esclarece.
Para praticar em dupla
O livro também traz uma face interativa. Ele é para ser lido em dupla, com uma amiga. “Às vezes, tem coisas difíceis de você enxergar e que sua amiga consegue ver em você e vice-versa. Assim, uma motiva a outra nas dicas e nos desafios que eu trago”, relata Nanda.
Quer saber o segredo para não ter tantas rugas no futuro? Então, corra para as livrarias. A partir da segunda quinzena de novembro, você encontrará o seu exemplar de Mais Linda em 40 Dias em todo o Brasil.
AGENDA DE NOVEMBRO
São Paulo 14/11
Livraria da Vila - Shopping JK Iguatemi - A partir das 15h
Rio de Janeiro 21/11
Livraria Leitura - Shopping Nova América - A partir das 15h
Santa Catarina 28/11
Livrarias Catarinese - Continente Shopping - A partir das 15h

Folha UNIVERSAL abre a visão dos jovens interno da Fundação CASA.





UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA:Qual a importância da Folha Universal nesta dinâmica?
Pastor Geraldo Vilhena responde: A Folha Universal é rica em diversas informações que edifica os jovens internos e famílias na parte espiritual e social.
UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA: Por que edifica na área espiritual?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Por que os jovens tem informações de varias mensagens dos Bispos e pastores e também aos testemunhos de transformação de vida.
UNIVERSAL NA FUNDAÇÃO CASA PERGUNTA: Com esta dinâmica senhor tem observado mudanças ?
Pastor Geraldo Vilhena responde: Sim                                                                depois da implantação deste projeto os jovens internos tiveram mais interesse pela leitura.  Tendo como conseqüência um grande crescimento espiritual e educacional  na vida dos jovens na Fundação Casa.


















Os jovens internos,famílias e funcionários da Fundação CASA, reconhecem a importância da Folha UNIVERSAL.

terça-feira, 21 de junho de 2016

Dias das Mães comemorado na Fundação CASA

Dias das Mães comemorado na Fundação CASA


No último domingo, os voluntários da UNIVERSAL realizam uma comemoração para celebrar o dia das mães o evento terá uma programação especial para as mães dos internos, manhã de muita alegria na Fundação CASA Vila Leopoldina os voluntários mostraram fé e solidariedade para os internos desta unidade, foi um dia agradável e com certeza ficara nas lembranças de todas as mães. Foi montada uma mesa com deliciosos bolos e lindos arranjos de flores para homenagear as mães dos jovens


a cantora Cristina Miranda com a participação da cantora Caroline Santos cantou lindas canções para adorar e glorificar o Senhor Jesus contagiando a todos os presentes.




Na seqüência o voluntário Fabio ex traficante relata o seu testemunho quando estava na vida do crime e prejudicou varias pessoas para traficar na biqueira e ficou detido na cadeia e conheceu a palavra de Deus através dos obreiros da UNIVERSAL que o evangelizava e dentro da cadeia ele tomou uma atitude e aceitou o Senhor Jesus e hoje é uma pessoa totalmente liberta e transformada e feliz com o Senhor Jesus.




Logo em seguida o Teatro da Fundação CASA apresentou uma peça (A Morte) que conta a historia de um empresário, que só pensava em trabalho, mas quando se depara com a morte, muda completamente os seus conceitos.







Logo em seguida o pastor Geraldo Vilhena Coordenador responsável pela Evangelização na Fundação CASA de São Paulo da uma palavra de fé conscientiza as famílias dos jovens que o problema dos seus filhos é extremamente espiritual, e que só através da fé no Senhor Jesus pode livrar de toda ação do mal. Na seqüência o pastor Geraldo Vilhena junto com os voluntários faz a oração da fé convidam as mães dos jovens para se reunirem juntas no meio da quadra para que tivesse uma libertação de toda ação do mal depois levam todos os presentes a entregar a suas vidas para o Senhor Jesus, e com um abraço carinhoso os filhos acolheram as suas mães desejando um feliz dia das mães. 







No clima de muita descontração foram servidos muitos bolos e salgados e hot dog e refrigerantes e algodão doce para todos os presentes.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Festas juninas: origem pagã


Festas juninas: origem pagã
Inicialmente realizados pelos adeptos do paganismo, os festejos de junho conservam indícios de feitiçaria


publicado em 17/06/2016 às 00:10.

Da Redação / Imagens: Wikimedia, Shutterstock, Thinkstock





As populares festas juninas envolvem diferentes formas de celebração, de acordo com o país. No Brasil, é voltada para os personagens bíblicosPedro e João Batista, tidos como santos, assim como o “canonizado” frade português Antônio de Lisboa, que viveu na virada dos séculos 12 e 13. Aqui, as festas não seguem exatamente os dias voltados para eles nos calendários, mas abrangem os meses de junho e julho. Porém, a devoção aos “santos” perdeu campo, e a temática rural é o maior foco, com vestimentas e comidas típicas do interior.

A origem das festas estaria nas celebrações pagãs do solstício de verão – quando a incidência solar medida a partir da linha do Equador é a maior do ano (ou seja, a luz do dia) –, simbolicamente o início “oficial” do verão no que concerne à mudança climática e, portanto, o início da época de plantio (dias mais quentes e mais longos, em uma época dependente da luz natural para quase toda prática ao ar livre). Como o solstício coincide com as datas voltadas aos “santos”, o sincretismo religioso se apoderou da festa com o pretexto de celebrá-los, na Idade Média.

A palavra “junina” remete à deusa pagã Juno, que a Igreja Católica adaptou para “joanina”, relativa a João. Hoje, voltou à baila “junina”, por muitos a usarem relativa ao mês de junho.

Por muitos cristãos, as festas são vistas como idólatras, enquanto outros consideram que não se desligaram da origem pagã, sobretudo pelas crendices que remetem à feitiçaria, como as chamadas “simpatias”.

Não só as festas dos “dias de santos” estão no contexto junino. No Brasil, 12 de junho, o Dia dos Namorados, foi instituído na véspera do dia de Santo Antônio, tido pelos seus adeptos com o “santo casamenteiro” – assim como os namorados do Hemisfério Norte a atrelaram ao dia de São Valentim (o Valentine's Day), 14 de fevereiro. Só que nem para a Igreja Católica Valentim é um santo oficial, pois não há dados suficientes para comprovar se sua história foi real – a de um bispo que realizava casamentos secretamente em uma época em que eram proibidos pelo imperador romano Cláudio II, no século 3. Muitas são as “simpatias” para se conseguir um cônjuge nessas datas. Dessa forma, é compreensível que muitos não separem as festas juninas do paganismo.



Fogo e danças

Ligadas ou não ao catolicismo sincrético, as fogueiras que os pagãos acendiam para a festa do solstício permaneceram em várias culturas, ainda que hoje não tenham mais tanto sentido católico ou pagão para muitos, como a festa do Halloween. As imensas fogueiras da festa de Midsummer (médio-verão) são bastante presentes (principalmente em margens de rios, lagos ou praias oceânicas) no Norte da Europa, em países como Suécia, Noruega, Lituânia, Letônia, Finlândia, Estônia e Dinamarca, assim como outras nações europeias, como Reino Unido, Irlanda, Galícia, Espanha, França, Itália, Malta, Portugal, Polônia, Rússia e Ucrânia. A colonização anglo-saxã levou o costume para países como Estados Unidos, Canadá (onde os festejos se misturam à data máxima da província francófona do Québec, em 24 de junho) e Austrália.

No solstício de inverno, as pessoas faziam um percurso em grupo, em filas, portando tochas, com as quais acendiam a fogueira – de onde teria vindo o costume das procissões com velas acesas. Para eles, o fogo afugentava os maus espíritos. Daí também teriam vindo as lanternas coloridas de papel.

A Igreja Católica medieval tentou se apoderar das fogueiras usando-as como um símbolo pseudocristão. Criaram a tradição com base em uma lenda em que Isabel, prima de Maria, mandou acender uma fogueira no alto de uma montanha para avisar a mãe de Jesus que engravidara (de João Batista).

Quando os colonizadores portugueses trouxeram os festejos juninos para cá, incluíram a tradição dos fogos de artifício (para “acordar” João Batista) e os balões (que levavam pedidos ao céu). No Brasil, a prática de soltar balões é oficialmente proibida, pelos sérios riscos de incêndio – ainda assim, muitos contrariam a lei e causam desde sérios prejuízos materiais a graves ferimentos, ou até mortes.



As danças, por sua vez, têm origem tanto nas coreografias pagãs para adorar falsos deuses quanto na dança de salão francesa quadrille (de onde vem seu equivalente em português, “quadrilha”), uma evolução da antiga contradança – que, por sua vez, deriva de danças inglesas de camponeses (mais uma vez a ligação com a lavoura). Como hábitos franceses eram um grande interesse dos portugueses e foram amplamente difundidos na corte brasileira a partir da vinda de D. João VI, a quadrilha se popularizou por aqui, fundindo-se a danças e ritmos brasileiros – na Bahia, ganhou até o espantoso apelido de “Baile Sifilítico”, pela participação de prostitutas.

A famosa “dança do mastro”, realizada em vários países e com uma variante bem popular na Suécia, tem, para alguns estudiosos, uma conotação fálica (comum a rituais de fertilidade do paganismo), com os dançarinos dando voltas ao redor do objeto.

A comida era distribuída em grande quantidade de propósito, para inspirar a fartura desejada nas lavouras, e muitos estudiosos defendem que parte dela era consagrada às falsas divindades – como ainda hoje é feito por adeptos do ocultismo.

Bruxaria velada

Muita gente conhece uma prática bem estranha da época junina: a de se colocar uma imagem de Santo Antônio de cabeça para baixo (às vezes enterrada ou submersa em água), como que a torturar o personagem até que ele arranje um casamento para o “torturador”.

Outro costume dos antigos pagãos perdurou em algumas regiões brasileiras: o de esfregar cinzas já frias das fogueiras juninas no corpo para a cura de doenças. Muita tradição e nenhuma comprovação científica.

Os adeptos do chamado “neopaganismo” realizam celebrações bem parecidas com as festas pagãs originais, inclusive com a fogueira e as danças.

Perigo espiritual?

As informações acima só mostram que as origens dos festejos hoje tão realizados em paróquias católicas (as chamadas “quermesses”, para angariar fundos), e até mesmo em instituições seculares, como escolas e clubes, mesmo que muitos pensem ser inocentes, não têm origem verdadeiramente cristã, nem mesmo para os católicos. Na ânsia de atrair os pagãos para a “catequização”, a Igreja Romana se apoderou das festas para falsos deuses, já que não conseguia proibi-las. Mesmo que hoje as festas não tenham uma ligação tão explícita com a religião, cabe a cada um pensar sobre o costume.

“E não sejais cúmplices nas obras infrutíferas das trevas;
antes, porém, reprovai-as.

Porque o que eles fazem em oculto, o só referir é vergonha.

Mas todas as coisas, quando reprovadas pela luz, se tornam manifestas; porque tudo que se manifesta é luz.

Pelo que diz: Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos,
e Cristo te iluminará.

Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios,
e sim como sábios,

remindo o tempo, porque os dias são maus.

Por esta razão, não vos torneis insensatos, mas procurai compreender
qual a vontade do Senhor.” Efésios 5:11-17



Jejum de Daniel

Se você deseja ter mais esclarecimentos sobre os ensinamentos divinos, aproveite o período do Jejum de Daniel, que acontece até o dia 26 de junho, para ter uma experiência de renovação como você nunca teve . Diferentemente dos jejuns comuns – de abstinência de água, comida ou determinados alimentos –, no Jejum de Daniel o objetivo é se “isolar do mundo secular, que só traz desgosto, e viver a água viva do Espírito Santo”, como explicou o bispo Edir Macedo em seu programa de rádio.

Durante os 21 dias, as pessoas abrem mão de informações e entretenimento – que, de certa forma, interferem na vida espiritual – para ficar mais próximas dos pensamentos de Deus. Procure uma Universal perto de você e saiba mais sobre esse propósito de fé. 




Uma peça teatral, que mostra a realidade de comportamento de pessoas, diz a UNIVERSAL para os internos da Fundação CASA.




Em clima de muita festa, Voluntários da UNIVERSAL.  estiveram presentes, neste último sábado na Fundação Casa Franco da Rocha ,para fazer a festa em um evento maravilhoso, e dessa vez ao ar livre, embaixo de muitas árvores, para sentir a natureza, e a presença de Deus, pois ele e o criador de tudo. E foi feita várias atrações para os internos e familiares. Para dar início ao evento esteve presente o Pastor Geraldo Vilhena Coordenador de Evangelização, nas unidades da Fundação Casa de São Paulo, orou por todos os adolescentes e famílias presentes, e disse: Tudo o que vamos fazer aqui hoje é verdade, e é para abençõar a sua vida se você quizer entregar a sua vida para Senhor Jesus basta você abrir o coração . e também na oração pediu para que Jesus tocasse no coração de todos também deu uma palavra sobre salvação, falou da importância do novo nascimento, e de ter um encontro com Deus .


Em seguida A CIA Teatral Força Jovem apresentou uma peça que emocionou a todos os presentes, a peça conta a História de uma pessoa, na qual sua alma foi leiloada,( Leilão de uma alma). A primeira que vem da o primeiro lance, foi a religião, o segundo lance prostituição, terceiro lance bebidas, curtição, quarto lance foi a ganância, e drogas, e por último a morte que deu um lance maior, já no último suspiro, vem o Senhor Jesus que resgata sua alma tirando todas as correntes do mal, e lhe dá uma nova chance.















MORTE
Dando segmento ao evento foi servido muito bolo, refrigerante.







Enquanto era servido a animação ficou por conta da. Da força jovem onde cantaram e alegraram a todos os adolescentes e muitos deles até dançaram funk, foi momentos alegres que ficaram na lembraça de todos.







Os jovens Amauri E Robson (Projeto Dose Mais Forte) relataram as experiências que tiveram com as drogas, crimes, facções e o momento que perceberam que nada daquilo preenchia o vazio que tinham, o risco que corriam, que precisavam de uma dose mais forte para mudar aquela situação. Neste momento os internos e familiares ficaram atentos pois queriam saber o segredo da mudança. Foi aberto espaço para perguntas e respostas e uma delas qwue mais me chamou a atenção foi a de uma mãe de um interno que fez a seguinte pergunta: Robson qual foi o momento da sua vida que você disse eu preciso parar? Robson: Quando eu acordei em um leito de hospital com vários aparelhos chewio de tubos quando quando eu olhei para o meu corpo, e faltava um pedaço dele. Olhei pro lado e não vi mais uma solução, e a conclusão que cheguei
E que precisava de uma mudança e a única pessoa que ficou ao meu lado foi a minha mãe. Adolescente pergunta: Quando você chegou em casa foi algém ou um suposto amigo te procurar? Robson responde: Não ninguém foi me procurar so tive a visita de obreiros da IURD que levaram uma palavra de vida no momento em que eu mais precisava. Funcionário pergunta?Robson Se você antes pensava no futuro, e agora você pensa? Robson responde: Antes não pensava levava uma vida muito louca, mais hoje tenho os pés no chão .e tudo se tornou novo, o passado não existe mais (somente é lembrado para servir de testemunho de transformação de vida).





Robson e Amauri fazem oração pelos internos e famílias.




Integrantes do Teatro da Força Jovem Brasil.
Os funcionários e coordenadores agradeceram a presença da IURD e disseram que as portas estarão sempre abertas para novos eventos.