sábado, 26 de março de 2016

Jovens evangélicos da Fundação Casa dizem que filme de Os Dez Mandamentos é uma mensagem de esperança

Jovens evangélicos da Fundação Casa dizem que filme de Os Dez Mandamentos é uma mensagem de esperança

Garotos puderam sair para ver o filme sobre a vida de Moisés no cinema
Texto: -A +A
Do R7


João, Pedro e Tiago gostaram do filme sobre MoisésEduardo Enomoto/R7

Três adolescentes de 17 anos, que cumprem medida judicial de internação na Fundação Casa, em São Paulo, foram ao cinema para ver o filme de Os Dez Mandamentos. O passeio foi autorizado pela direção da instituição para ajudar na ressocialização dos jovens.

João, Pedro e Tiago (nomes fictícios) são evangélicos e fazem parte do PAR (Programa de Atenção Religiosa) da Fundação Casa e foram selecionados porque têm bom comportamento.

João morava perto da avenida Brigadeiro Luiz Antônio, na região central de São Paulo, e frequentou a igreja até os 13 anos de idade. A família se mudou para o bairro do Glicério, também no Centro, e ele se afastou dos cultos.

— Eu participava dos grupos de jovens, das festas e tudo o que tinha na igreja, mas aí vieram as más companhias e eu entrei para o crime. Aqui, na Fundação Casa, eu parei para pensar e vi que a minha mãe não merece isso. Ela ainda vai na igreja. Eu vou mudar de vida e Deus está me ajudando.

Pedro cresceu no Capão Redondo, na zona sul, em uma família de evangélicos. O desvio para o crime veio aos dez anos. A internação na Fundação Casa o reaproximou da religião.

— No mundão [fora da fundação] eu não sabia ler nem escrever, era só crime e coisas erradas. Aí eu peguei a Bíblia aqui dentro e aprendi a ler sozinho. Leio todos os dias os salmos e os provérbios. Não perco um culto.

 

Os jovens gostaram da história bíblica na telona do cinemaEduardo Enomoto/R7

Para Tiago, a hora do culto na Fundação Casa é o momento menos angustiante do dia.

— Antes [na rua] eu não dava muita atenção ao culto, nas palavras. Hoje, como eu entrei na Fundação, eu fico refletindo na minha vida, nas escolhas que fiz, aí vêm as palavras de conforto. Nós não temos alguém do lado para confortar, como se tem uma mãe ou um pai, então a palavra durante o culto é um conforto.

Os jovens já tinham lido a história de Moisés na Bíblia, mas a chance de ver todos os detalhes retratados na telona tocou o coração dos rapazes. "É incrível ver as cenas e poder absorver as coisas de Deus. É mais uma palavra de conforto para o nós. É também uma esperança numa vida melhor", completou Tiago.

Os Dez Mandamentos — O Filme entra nas últimas semanas de exibição nos cinemas e, apesar de as salas cheias, as redes têm novas sessões disponíveis em dias e horários diferentes. Corra para assistir ao filme que é sucesso de bilheteria em todo o País!

Acesse o R7 Play e assista à programação da Record quando quiser



Voluntários da UNIVERSAL, leva jovens interno da Fundação Casa na estreia do filme os DEZ MANDAMENTOS.






O inútil se tornou útil.

"O qual noutro tempo te foi inútil, mas agora a ti e a mim muito útil; eu to tornei a enviar." (Filemom 1 : 11)

Voluntários da UNIVERSAL e os responsáveis da Fundação CASA, leva jovens internos ao cinema para assistir o filme os DEZ Mandamentos.















O inútil se tornou útil.

"O qual noutro tempo te foi inútil, mas agora a ti e a mim muito útil; eu to tornei a enviar." (Filemom 1 : 11)

"Os Dez Mandamentos - O filme" na Fundação Casa
Longa foi exibido para 189 jovens e familiares



publicado em 18/03/2016 às 13:00.
Por Eduardo Prestes / Fotos: Marcelo Alves





O longa "Os Dez Mandamentos - O Filme" já ultrapassou a marca de 8,3 milhões de espectadores. Mas, além dos recordes, a superprodução da Paris Filmes também chega a quem está privado da liberdade.


No último dia 15 de março, o filme foi exibido dentro da Fundação Casa, na unidade Topázio, no bairro do Brás, na capital paulista, para 189 jovens, de 13 a 17 anos, que aguardam audiência para saber se terão que cumprir medidas socioeducativas ou se ganham a liberdade. “A exibição dentro da Fundação Casa é um fato inédito. Pela primeira vez um filme que está em cartaz nos cinemas foi exibido aqui. Os jovens estavam ansiosos para assistir”, afirma o coordenador pedagógico da unidade, Anderson Rodrigues da Silva, de 32 anos.


De acordo com a diretora da unidade, Rosângela Lima Marinelli, de 44 anos, o evento foi firmado depois que voluntários da Universal fizeram a proposta de apresentação do filme. “Achamos importante passar ‘Os Dez Mandamentos’ para os meninos, pois ele retrata isso, pessoas que estão privadas da liberdade. É uma oportunidade para que os jovens façam uma reflexão para as suas vidas”, disse.



Além dos internos, alguns pais puderam acompanhar a exibição. Para um deles, o comerciante José Bonifácio da Silva, de 42 anos (assim como para alguns dos jovens), foi a primeira vez que assistiu a uma sessão de cinema. “Foi importante para passar um tempo ao lado do meu filho, que está aqui há 20 dias. Eu gostei muito do filme e acho que ele também gostou”, disse. Para Alberto (nome fictício do filho), de 15 anos, o longa passa uma mensagem fundamental: “A importância da verdade para ser livre. Assistir a um filme também é diferente do que a gente faz aqui, da aula, do futebol”, comentou.


Segundo o responsável pelo trabalho social da Universal dentro da Fundação Casa, Geraldo Vilhena, de 64 anos, a ideia era dar aos meninos tudo o que um cinema de verdade reserva. “A realização do evento só foi possível por meio da ajuda de diversos parceiros que colocaram à disposição os equipamentos como o telão, as caixas acústicas, o projetor, os carrinhos de pipoca, refrigerantes e também dos voluntários que trabalharam. A ideia é fazer outros eventos desse tipo.”


O portal de notícias da Fundação Casa publicou matéria destacando o evento.


sexta-feira, 25 de março de 2016

Quais as consequências das humilhações sofridas em nome do "amor"?

Quais as consequências das humilhações sofridas em nome do "amor"?

Veja o que uma pessoa que não sabe o valor que tem é capaz de fazer

Recentemente, um caso ocorrido lá na China, mais precisamente em um parque de Ningbo, leste da província de Zhejiang, chamou atenção da mídia no mundo inteiro.
A ex-namorada de um homem, inconformada com o fim do relacionamento, vinha importunando-o havia 3 meses e deixando a atual namorada dele indignada. Até que, durante um encontro entre os três no parque, a ex e a atual começaram a discutir. De repente, a primeira se atirou da ponte no rio que passa no local; em seguida foi a vez da outra moça. O objetivo era que o rapaz escolhesse quem salvaria. O jovem pulou, salvou a atual namorada e pediu ajuda do irmão e do resgate para que a ex não morresse afogada. Todos se salvaram e ninguém se feriu, mas essa situação poderia ter virado uma tragédia.
Esse caso não é uma raridade, já que em todas as partes do mundo há mulheres que, infelizmente, vivem se humilhando aos pés de alguém.
Humilhação
A auxiliar administrativo Fernanda Alves da Silva, de 29 anos (foto abaixo), sabe bem o que é isso. Manteve um relacionamento de 8 anos e durante 6 deles permitiu que o noivo a diminuísse como pessoa, mulher, profissional e muito mais.
“Os dois primeiros anos de relacionamento foram normais, até o momento em que abrimos uma empresa em sociedade. Me anulei completamente por esse ‘amor’. Trabalhava demais, não me arrumava e aceitava apelidos e piadinhas em relação à minha aparência (que ele sempre fazia para me humilhar), tais como ‘ossuda’, ‘nariz de coxinha’ e ‘cabelo zuado’. Ele me chamava de brega e me fazia passar vergonha em público. Quando eu me maquiava, ele me chamava de ‘Emília’ (a boneca do livro "Sítio do Pica-Pau Amarelo"). Enfim, fazia e dizia coisas que me machucavam e me diminuíam”, relembra Fernanda.
Ela trabalhava praticamente 12 horas por dia, porque o noivo dizia que quanto mais eles investissem na empresa, mais rapidamente casariam. Ela acreditou e se entregou. “Eu trabalhava demais. Percebi também vestígios de traição e mentiras ao olhar o celular dele. Ele me dava pouca atenção, ao passo que eu fiz dele o meu ‘sol’ e inverti a ordem das coisas”, ressalta.
Ela só sabia chorar e implorar a atenção do noivo. Tanto que, por causa disso tudo, teve um problema nos nervos, por três vezes perdeu a sensibilidade das pernas e foi parar em um neurologista, que indicou internação em uma clínica psiquiátrica.
“Foi exatamente neste dia que Deus me acordou. Ainda no consultório, levantei da cadeira, rasguei todas as receitas de antidepressivos e fui direto para a igreja”, recorda-se.
Depois de conversar com o pastor e pedir uma oração, Fernanda disse que resolveu terminar aquele relacionamento. “Perdi muita coisa financeiramente. Ele não devolveu a minha parte na empresa, mas a paz que tenho hoje não troco por nada. Entrei para o Godllywood (projeto da Universal dirigido às mulheres) e recuperei a minha autoestima.
Na verdade, eu não sabia o valor que tinha e, por isso, só aceitava os restinhos e as migalhas. Hoje me amo de verdade, porque me resolvi com Deus. Agora me sinto forte para encarar o que vier”, relata a jovem.
“Cheguei a falsificar documento para visitar namorado em presídio"
Com a contadora e microempreendedora Mara Veruska de Oliveira, de 35 anos (foto abaixo), a situação não foi muito diferente. Relacionamentos destrutivos foram, por muito tempo, o seu ponto fraco.
“Cheguei a falsificar documento para visitar namorado em presídio. Participei de orgias só para me sentir valorizada sexualmente. Aguentei traições para não perder namorado. Vivi uma relação com um rapaz que tinha vergonha de mim pelo fato de eu ser mais velha e por isso aceitei me submeter a ter um relacionamento com ele somente entre quatro paredes. Por fim, tive um casamento que não deu certo, que também era repleto de traições e, mesmo assim, me mantive casada por causa das minhas filhas”, detalha.
 
Foi durante essa fase difícil e já cansada de tanto sofrer, que Mara Veruska diz ter começado a assistir ao programa "The Love School – A Escola do Amor", apresentado pelo casal Renato e Cristiane Cardoso e transmitido todos os sábados, ao meio-dia, pela Rede Record.
“Eu prestava muita atenção em tudo o que a Cristiane e o Renato falavam e comecei a viver aqueles ensinamentos. Aprendi a ser melhor para Deus e, consequentemente, melhor para mim, para a minha família e até para as pessoas de fora.”
Núbia Siqueira, que participa ativamente de projetos que lutam pela valorização e pelo crescimento da mulher, faz questão de ressaltar que existem homens que têm um faro apurado para perceber as fraquezas das mulheres e aproximam-se somente para tirar vantagens.
“Meu conselho é que elas busquem interiormente o seu amor-próprio, pois essa é a primeira área afetada. Também precisam dar prioridade a si mesmas e ter bem definido o seu senso de valor. Sendo assim, elas saberão como agir diante das situações mais diversas que ocorrem nos relacionamentos amorosos”, aconselha Núbia.




Jovens internos da Fundação CASA, recebem visita da sua família e também da UNIVERSAL, com um café da manhã.



Aos finais de semana, a rotina de muitas mães é a mesma; visitar o filho internado na Fundação Casa. Certamente, não foi o que elas planejaram para o futuro deles, mas muitas vezes, estar ali é o sinal de uma nova chance. Quantas mães, que perderam os filhos para o tráfico e a criminalidade, queriam ter a oportunidade de poder vê-los com vida, mesmo sendo atrás das grades.

Para alguns, a visita é um ponto de contato com o mundo lá fora, distante dos muros da construção antiga da Fundação. Para outros, revê-los é aumentar a dor da ferida que continua aberta. E isso é visto em cada olhar, no coração apertado de uma mãe que não sabe quando vai poder cobrir o filho novamente na cama quentinha... Esse foi o desabafo de uma mãe que prefere não se identificar; “Eu peço para não fecharem o portão, porque ele ainda não chegou ... aí, eu lembro que ele não tá mais com a gente”. Outra mãe não esconde a dor em dizer que os cuidados que oferecia ao filho na infância eram bem diferentes dos que ele recebe hoje internado – “tava com febre dava um remedinho, quando se machucava, ganhava um beijo e tudo passava ... E agora, quem cuida dele?”
Na maioria dos casos, essas mães não têm culpa de ter os filhos internados. Eles, influenciados por outras pessoas, trilharam o caminho sombrio do crime, mas são elas que pagam o preço, diga-se de passagem, alto demais.
Na longa fila de mães, uma gestante que concorda com a revista policial –procedimento feito aos visitantes para constatar se não trazem objetos proibidos aos presos - mas se sente humilhada ao ser expor com outras mães.
Para uma parte da sociedade, esses menores infratores não têm mais jeito.




E é na contramão que o grupo de Evangelização da Igreja Universal do Reino de Deus aposta na recuperação desses adolescentes. Os voluntários abrem mão do descanso do final de semana para confortar essas famílias. “Passeio” esse que não tem preço e já faz parte da rotina.

No último sábado, além de oferecer roupas e calçados às famílias, o grupo distribuiu marmitex com feijoada na saída das visitas. Motivo de grande alegria, já que o almoço é incerto em algumas dessas casas. Para o pastor Geraldo Vilhena, responsável pelo trabalho de Evangelização na Fundação Casa de São Paulo e os voluntários da IURD, nada mais gratificante do que estar na própria folga ajudando esses lares que não sabem o que é ter paz há muito tempo.





















Que o Senhor Jesus abençoe a todos.

quinta-feira, 24 de março de 2016

Astro do rock comete suicídio após ser criticado na internet

Astro do rock comete suicídio após ser criticado na internet
Segundo a namorada de Keith Emerson, o músico não queria decepcionar os fãs
publicado em 18/03/2016 às 00:01.
Por Taís Gomes / Foto: Reprodução Facebook



 


A notícia da morte de Keith Emerson, de 71 anos (foto), fundador do grupo de rock "Emerson, Lake & Palmer" (ELP),da década de 1960, chocou fãs e o meio artístico no dia 10 de março último. O tecladista britânico foi encontrado morto pela namorada, Mari Kawaguchi, de 51 anos, com um tiro na cabeça, no apartamento que dividiam, em Santa Mônica, Los Angeles, Estados Unidos.


“Ele estava dormindo quando eu saí de casa, e quando voltei achei que ele estivesse dormindo ainda, mas então percebi o que tinha acontecido. Ele se foi. Eu ainda estou em choque total”, contou a namorada em uma entrevista ao jornal britânico The Mail.


Apesar do sucesso de longos anos, duras críticas na internet vinham entristecendo o astro. “Ele era uma alma sensível. No ano passado ele fez alguns shows e as pessoas postaram comentários maldosos, como ‘eu gostaria que ele parasse de tocar’”, lembra Mari.


Medo de não ser bom o suficiente


O músico tinha uma turnê marcada pelo Japão, porém, segundo Mari, ele começou a ficar atormentado pelo medo de não conseguir ser bom o suficiente, devido a um problema nos nervos das mãos e do braço direito, que já tinha lhe afetado em shows anteriores. “Mesmo eles tendo contratado um tecladista back-up para apoiá-lo (no Japão), Keith estava preocupado”, contou a namorada.


"Emerson não queria decepcionar os fãs, ele era perfeccionista, e saber que não poderia tocar mais tão bem o deixava depressivo, nervoso e ansioso." Após a turnê, o músico tinha planos de se aposentar.


Uma autópsia comprovou que a causa de morte do músico foi mesmo suicídio. Segundo Mari, ele guardava uma arma em casa para proteção da família.


“Chocante. Keith era o meu herói por mais de 40 anos. Ele era um mestre dos teclados”, comentou um fã na internet.


“Um dos artistas vivos mais talentosos que já vi, de uma época em que você tinha que ser mais do que bom para se destacar na multidão”, elogiou outro internauta.


Ignore as palavras negativas


O poder da palavra chega a ser sobrenatural, podendo ser uma arma a ser usada de forma positiva ou negativa. Neste caso, o efeito de uma crítica trouxe o suicídio como consequência.


Na vida nós temos duas escolhas: ou damos ouvidos às palavras negativas ditas pelos outros e nos fadamos ao fracasso, ou ignoramos e somos bem-sucedidos.


Embora não seja fácil decidir, isso é imprescindível no tocante às nossas escolhas, desejos, sonhos, metas, etc.


Não permita que a sua vida seja afetada pelo que os outros dizem ou pensam a seu respeito. Se for preciso, elimine até mesmo amizades que lhe colocam para baixo e não demonstram que torcem verdadeiramente por você.


Não se compare a ninguém


“Nosso erro muitas vezes é se comparar com outras pessoas. Pensamos que elas são nossos concorrentes. Queremos ser melhores ou no mínimo tão bons quanto elas”, observa o escritor Renato Cardoso em seu blog pessoal.


Quantas pessoas alcançam o sucesso, se destacam no mundo dos negócios, mas sucumbem diante de si mesmas, sendo derrotadas por pensamentos negativos e pessimismo dos que as cercam.


“Todos nós cometemos o erro de buscar o sucesso superando os inimigos externos. Mas o que conquistamos do lado de fora depende do que temos dentro: a nossa fé. O que faz tudo possível é o que cremos. E crença é algo que está dentro de cada um. Por isso, a maior superação é superar a si mesmo”, destaca Renato.


Trabalho SOCIAL e ESPIRITUAL na Fundação CASA




Que o Senhor Jesus abençoe todos os voluntários da UNIVERSAL.

quarta-feira, 23 de março de 2016

"Os Dez Mandamentos – Nova Temporada" estreia dia 4 de abril

"Os Dez Mandamentos – Nova Temporada" estreia dia 4 de abril
Não perca a continuação desse grande sucesso da televisão brasileira
publicado em 22/03/2016 às 15:15.

Com informações da Comunicação Record e do R7 / Foto: Munir Chatack/Rede Record


 


Depois do sucesso da novela "Os Dez Mandamentos", exibida entre março e novembro do ano passado, e do filme de mesmo título – a produção cinematográfica mais assistida de 2016 –, a Record confirma a data de estreia de "Os Dez Mandamentos – Nova Temporada", que promete ser o novo fenômeno da emissora. A partir do dia 4 de abril, às 20h30, o público vai poder acompanhar a continuação da trama de Vivian de Oliveira.

Moisés, Arão, Josué e os outros hebreus seguem rumo à Terra Prometida em uma longa e dura jornada, repleta de dificuldades, superação e ensinamentos.

No elenco, Guilherme Winter, Petrônio Gontijo, Sidney Sampaio, Denise Del Vecchio, Larissa Maciel, Dudu Azevedo e mais estrelas vão brilhar na tela da Record em cenas emocionantes dirigidas por Alexandre Avancini (foto).

Novela é finalista do Shorty Awards

No Shorty Awards, maior prêmio mundial de redes sociais, a novela "Os Dez Mandamentos" aparece como finalista na categoria "Television", que reúne os melhores trabalhos de campanha digital em prol de uma programação de tevê.

A cena emblemática de Moisés abrindo o Mar Vermelho ganhou grande repercursão nas redes sociais e fez parte de uma das ações digitais realizadas. No Brasil e no mundo, a hashtag#MarVermelho liderou os trending topics – termos mais citados – no Twitter.

A cerimônia de premiação acontecerá no dia 11 de abril próximo, em Nova York, nos Estados Unidos.
Confira aqui a página de "Os Dez Mandamentos" no Shorty Awards








"Os Dez Mandamentos - O filme" na Fundação Casa

Longa foi exibido para 189 jovens e familiares




publicado em 18/03/2016 às 13:00.
Por Eduardo Prestes / Fotos: Marcelo Alves





O longa "Os Dez Mandamentos - O Filme" já ultrapassou a marca de 8,3 milhões de espectadores. Mas, além dos recordes, a superprodução da Paris Filmes também chega a quem está privado da liberdade.


No último dia 15 de março, o filme foi exibido dentro da Fundação Casa, na unidade Topázio, no bairro do Brás, na capital paulista, para 189 jovens, de 13 a 17 anos, que aguardam audiência para saber se terão que cumprir medidas socioeducativas ou se ganham a liberdade. “A exibição dentro da Fundação Casa é um fato inédito. Pela primeira vez um filme que está em cartaz nos cinemas foi exibido aqui. Os jovens estavam ansiosos para assistir”, afirma o coordenador pedagógico da unidade, Anderson Rodrigues da Silva, de 32 anos.


De acordo com a diretora da unidade, Rosângela Lima Marinelli, de 44 anos, o evento foi firmado depois que voluntários da Universal fizeram a proposta de apresentação do filme. “Achamos importante passar ‘Os Dez Mandamentos’ para os meninos, pois ele retrata isso, pessoas que estão privadas da liberdade. É uma oportunidade para que os jovens façam uma reflexão para as suas vidas”, disse.



Além dos internos, alguns pais puderam acompanhar a exibição. Para um deles, o comerciante José Bonifácio da Silva, de 42 anos (assim como para alguns dos jovens), foi a primeira vez que assistiu a uma sessão de cinema. “Foi importante para passar um tempo ao lado do meu filho, que está aqui há 20 dias. Eu gostei muito do filme e acho que ele também gostou”, disse. Para Alberto (nome fictício do filho), de 15 anos, o longa passa uma mensagem fundamental: “A importância da verdade para ser livre. Assistir a um filme também é diferente do que a gente faz aqui, da aula, do futebol”, comentou.


Segundo o responsável pelo trabalho social da Universal dentro da Fundação Casa, Geraldo Vilhena, de 64 anos, a ideia era dar aos meninos tudo o que um cinema de verdade reserva. “A realização do evento só foi possível por meio da ajuda de diversos parceiros que colocaram à disposição os equipamentos como o telão, as caixas acústicas, o projetor, os carrinhos de pipoca, refrigerantes e também dos voluntários que trabalharam. A ideia é fazer outros eventos desse tipo.”


O portal de notícias da Fundação Casa publicou matéria destacando o evento.


terça-feira, 22 de março de 2016

Dilma segura ministro, mas não evita trocas na cúpula do Esporte

BRASIL

Dilma segura ministro, mas não evita trocas na cúpula do Esporte
George Hilton vai mudar três dos quatro secretários do ministério - eles foram indicados pelo PRB, que tende a votar contra a presidente na comissão do impeachment


Por: Felipe Frazão, de Brasília21/03/2016 às 19:00 - Atualizado em 21/03/2016 às 19:03



O ministro do Esporte, George Hilton, ao assumir o cargo - 02/01/2015(Eduardo Anizelli/Folhapress)




Apesar de a presidente Dilma Rousseff ter convencido o ministro do Esporte, George Hilton, a ficar no cargo e a trocar o PRB - primeiro partido a debandar da base governista - pelo PROS, três dos quatro principais secretários do ministério estão à espera da demissão: o número dois da pasta, Marcos Jorge de Lima (Executivo), Rogério Hamam (Futebol e Direitos do Torcedor) e Carlos Geraldo Santana de Oliveira (Inclusão Social). Hilton ainda não definiu com a presidente os nomes dos substitutos, conforme assessores. Mas o único remanescente deve ser, mais uma vez, Ricardo Leyser (Alto Rendimento), homem-forte no ministério desde os tempos do PCdoB.


Os três secretários de saída foram indicados pelo PRB e, segundo o presidente nacional do partido, Marcos Pereira, aguardam apenas a confirmação dos substitutos para sair do governo. Pereira disse que pediu, no fim de semana, que Marcos Jorge, Rogério Hamam e Carlos Geraldo esperassem até esta segunda por uma decisão da presidente. "Não podemos abandonar o barco e ir para casa porque temos a responsabilidade de tocar o trabalho das Olimpíadas e do ministério. Mas é uma questão de dias, e espero que seja o quanto antes", disse Pereira ao site de VEJA. "O partido colocou todos os cargos à disposição. O ministro saiu do partido e quer ficar [no ministério], mas não sei se vai permanecer. Se algum dos secretários ficar, a gente vai ter que verificar a situação deles no partido. Quero crer que todos vão acompanhar a decisão partidária."


A troca dos secretários na cúpula do Ministério do Esporte é dada como certa tanto por assessores de Hilton quanto pela cúpula do PRB por causa da forma ruidosa com que o ministro deixou o partido. Ele anunciou pelas redes sociais a filiação ao PROS na sexta-feira à noite, minutos depois de Marcos Pereira publicar nota em que garantia que o ministro redigira uma "carta de demissão" a Dilma. Mas Hilton havia se reunido com a presidente antes e costurado o ingresso no PROS para permanecer no ministério. O entorno do ministro interpretou a nota do PRB como uma tentativa de pressão pública para que ele abandonasse o cargo. Pereira nega.


O presidente do PRB disse que jantou com o ministro na última segunda-feira em Brasília e depois o manteve informado, por telefone e mensagens de Whatsapp, sobre todos os passos até decidir por deixar a base de Dilma e adotar a postura de independência no Congresso Nacional. Segundo Marcos Pereira, o ministro foi consultado antes sobre a redação da nota de demissão e respondeu, "com voz abatida", que "não estava confortável" em assinar a nota, mas não se opôs à iniciativa e concordou com o conteúdo. "Em todos os momentos eu conversei com ele. Fui transparente. Tenho as conversas registradas", disse Pereira.


Pereira afirmou que ele e a bancada do PRB foram, em seguida, surpreendidos pelo ministro. "Ele nem sequer teve a coragem de me ligar. Ele mandou e-mail dizendo que não tinha como ficar no partido, que queria ajudar a presidente porque ela foi muito correta com ele. E que se ele ficasse, iria constranger os colegas. Então para que o PRB exercesse legitimamente o direito de ser independente ele estava se desligando. É a aposta dele. Eu lamento."


O presidente do PRB disse que chegou a oferecer a Hilton que, na condição de ex-ministro, se mantivesse na base governista quando regressasse à Câmara ou que assumisse a presidência da Comissão de Esporte. Hilton rejeitou. De volta ao Legislativo, ele se somaria à bancada de 21 deputados do PRB e poderia garantir mais cargos ao partido no rateio interno das comissões.


Na avaliação de Marcos Pereira, os dois integrantes do PRB na comissão especial do impeachment "tendem a votar contra Dilma", embora a bancada ainda não tenha deliberado sobre como votar quando a decisão couber ao plenário. No ano passado, Dilma entregou o ministério com a maior vitrine de 2016 a Hilton, pastor da Igreja Universal e sem vínculos mais profundos com esportes, como contrapartida ao apoio eleitoral do PRB. Agora, a menos de cinco meses dos Jogos Olímpicos, ficou com o ministro no cargo - e sem o PRB na base.















"Os Dez Mandamentos - O filme" na Fundação Casa



Longa foi exibido para 189 jovens e familiares


publicado em 18/03/2016 às 13:00.
Por Eduardo Prestes / Fotos: Marcelo Alves




O longa "Os Dez Mandamentos - O Filme" já ultrapassou a marca de 8,3 milhões de espectadores. Mas, além dos recordes, a superprodução da Paris Filmes também chega a quem está privado da liberdade.


No último dia 15 de março, o filme foi exibido dentro da Fundação Casa, na unidade Topázio, no bairro do Brás, na capital paulista, para 189 jovens, de 13 a 17 anos, que aguardam audiência para saber se terão que cumprir medidas socioeducativas ou se ganham a liberdade. “A exibição dentro da Fundação Casa é um fato inédito. Pela primeira vez um filme que está em cartaz nos cinemas foi exibido aqui. Os jovens estavam ansiosos para assistir”, afirma o coordenador pedagógico da unidade, Anderson Rodrigues da Silva, de 32 anos.


De acordo com a diretora da unidade, Rosângela Lima Marinelli, de 44 anos, o evento foi firmado depois que voluntários da Universal fizeram a proposta de apresentação do filme. “Achamos importante passar ‘Os Dez Mandamentos’ para os meninos, pois ele retrata isso, pessoas que estão privadas da liberdade. É uma oportunidade para que os jovens façam uma reflexão para as suas vidas”, disse.




Além dos internos, alguns pais puderam acompanhar a exibição. Para um deles, o comerciante José Bonifácio da Silva, de 42 anos (assim como para alguns dos jovens), foi a primeira vez que assistiu a uma sessão de cinema. “Foi importante para passar um tempo ao lado do meu filho, que está aqui há 20 dias. Eu gostei muito do filme e acho que ele também gostou”, disse. Para Alberto (nome fictício do filho), de 15 anos, o longa passa uma mensagem fundamental: “A importância da verdade para ser livre. Assistir a um filme também é diferente do que a gente faz aqui, da aula, do futebol”, comentou.


Segundo o responsável pelo trabalho social da Universal dentro da Fundação Casa, Geraldo Vilhena, de 64 anos, a ideia era dar aos meninos tudo o que um cinema de verdade reserva. “A realização do evento só foi possível por meio da ajuda de diversos parceiros que colocaram à disposição os equipamentos como o telão, as caixas acústicas, o projetor, os carrinhos de pipoca, refrigerantes e também dos voluntários que trabalharam. A ideia é fazer outros eventos desse tipo.”


O portal de notícias da Fundação Casa publicou matéria destacando o evento.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Corrupção no Brasil


Corrupção no Brasil
18 DE MARÇO DE 2016





Depois de tantos anos de sucessivos escândalos de corrupção, a sociedade brasileira está cansada de tamanha bandalheira. Ninguém suporta mais tanto desvio de dinheiro público.

Contudo, para além do prejuízo aos cofres públicos, da falta de pudor de políticos que não honram a confiança neles depositada, há uma perda muito maior e que poderá comprometer de modo ainda mais grave e profundo o futuro de nosso país.
É certo que a corrupção não é um privilégio apenas dos políticos brasileiros. Levantamento de 2014 apontou que, na Europa, escorrem para os bolsos de larápios de terno e gravata, por ano, quase R$ 390 bilhões. É muito dinheiro, mas faz os corruptos do Velho Continente parecerem estagiários em comparação aos nossos venais de verde e amarelo.

Estimativa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) do ano de 2010 – ou seja, que nem alcança os recentes e bilionários desvios da Petrobrás, da compra e manutenção de trens em São Paulo e do esquema de anulação de dívidas tributárias de grandes empresas – apurou que a corrupção pode roubar até 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil anualmente. Simplificando: de cada R$ 100 que os empresários e os trabalhadores brasileiros produzem, cerca de R$ 2 vão para as mãos sujas de um corrupto.

Há quem defenda que o Brasil não está mais despudorado que no passado, e que há apenas uma maior vigilância e mais divulgação dos malfeitos.

Talvez isso também esteja ocorrendo. As instituições estão funcionando com maior rigor. Poder Judiciário, Ministério Público, polícias, cada qual tem dado sucessivas demonstrações de eficiência e louvável obstinação. Quando em nossa história tivemos tantos políticos e ricos empresários atrás das grades?

Mesmo no âmbito da Presidência de República e de muitos governadores e prefeitos, ou no Poder Legislativo – do Congresso Nacional às Câmaras Municipais – percebe-se um sincero desconforto com tantas notícias de desvios. Leis mais duras têm sido aprovadas, novos mecanismos de controle foram implementados.

Porém, é um enredo já conhecido. Quando uma nova denúncia vem à tona, segue-se a atuação severa da alguma autoridade. Depois das manchetes escandalosas, vêm as declarações indignadas de políticos e colunistas. Mais investigações, novas revelações bombásticas. Alguém é preso, logo depois solto. Novas leis são aprovadas a toque de caixa, até tudo cair no mais ensurdecedor esquecimento.

Estes corruptos da moda, que estão por aí, despudoradamente frequentando o noticiário e revelando desvios da maior empresa estatal brasileira, um dia serão julgados. Os inocentes serão absolvidos e os culpados serão condenados.
Tudo isso serve ao nosso presente e a um justo, porém momentâneo sentimento social de vingança.
Mas o que nos preocupa não é apenas a quantidade de dinheiro que os políticos e empresários estão roubando, tampouco a pena que merecerão cumprir.

O mais cruel, o maior crime que eles estão cometendo, e que nem o mais obstinado magistrado conseguirá restaurar para o povo brasileiro, é o nosso futuro. Que país nós teremos depois de tantos maus exemplos? Que tipo de empresários, políticos e servidores públicos podemos esperar?

Geração após geração, os brasileiros vão se acostumando com a banalização de tanta imoralidade.
Tal qual um câncer social, a corrupção se espalhou como a doença que contamina e mata as células saudáveis, substituindo-as por outras corrompidas.

Assim, bons empreiteiros são preteridos por empresários corruptos em licitações fraudulentas. Bons políticos dão vaga para ladrões sustentados pelo desvio de dinheiro público. Funcionários honestos não conseguem progredir na carreira porque são substituídos por outros que se vendem.

Este é exemplo perverso que estamos passando aos jovens, aos estudantes.

Que tipo de cidadão almejará participar de eleições daqui para a frente?

Temos que assumir urgentemente um compromisso com o nosso futuro. Precisamos firmar um acordo com nossos filhos, nossos netos e os filhos deles que, um dia, assumirão nosso país.

Vamos valorizar os bons políticos e premiá-los com mais votos.

Apoiar as empresas que respeitam as regras do mercado e as leis, fazendo-as prosperar e crescer ainda mais.

Precisamos exigir que os servidores públicos honestos possam ascender em suas carreiras, de acordo com seus próprios méritos e competência.

A história julga as civilizações por sua herança, por aquilo que deixam de legado para as futuras gerações.

Se não repensarmos imediatamente o modo como tratamos o dinheiro público, nós, brasileiros, não sentiremos nenhum orgulho do veredito reservado para nossa conduta nestes primeiros anos do século 21.





"Os Dez Mandamentos - O filme" na Fundação Casa


Longa foi exibido para 189 jovens e familiares


publicado em 18/03/2016 às 13:00.
Por Eduardo Prestes / Fotos: Marcelo Alves





O longa "Os Dez Mandamentos - O Filme" já ultrapassou a marca de 8,3 milhões de espectadores. Mas, além dos recordes, a superprodução da Paris Filmes também chega a quem está privado da liberdade.


No último dia 15 de março, o filme foi exibido dentro da Fundação Casa, na unidade Topázio, no bairro do Brás, na capital paulista, para 189 jovens, de 13 a 17 anos, que aguardam audiência para saber se terão que cumprir medidas socioeducativas ou se ganham a liberdade. “A exibição dentro da Fundação Casa é um fato inédito. Pela primeira vez um filme que está em cartaz nos cinemas foi exibido aqui. Os jovens estavam ansiosos para assistir”, afirma o coordenador pedagógico da unidade, Anderson Rodrigues da Silva, de 32 anos.


De acordo com a diretora da unidade, Rosângela Lima Marinelli, de 44 anos, o evento foi firmado depois que voluntários da Universal fizeram a proposta de apresentação do filme. “Achamos importante passar ‘Os Dez Mandamentos’ para os meninos, pois ele retrata isso, pessoas que estão privadas da liberdade. É uma oportunidade para que os jovens façam uma reflexão para as suas vidas”, disse.



Além dos internos, alguns pais puderam acompanhar a exibição. Para um deles, o comerciante José Bonifácio da Silva, de 42 anos (assim como para alguns dos jovens), foi a primeira vez que assistiu a uma sessão de cinema. “Foi importante para passar um tempo ao lado do meu filho, que está aqui há 20 dias. Eu gostei muito do filme e acho que ele também gostou”, disse. Para Alberto (nome fictício do filho), de 15 anos, o longa passa uma mensagem fundamental: “A importância da verdade para ser livre. Assistir a um filme também é diferente do que a gente faz aqui, da aula, do futebol”, comentou.


Segundo o responsável pelo trabalho social da Universal dentro da Fundação Casa, Geraldo Vilhena, de 64 anos, a ideia era dar aos meninos tudo o que um cinema de verdade reserva. “A realização do evento só foi possível por meio da ajuda de diversos parceiros que colocaram à disposição os equipamentos como o telão, as caixas acústicas, o projetor, os carrinhos de pipoca, refrigerantes e também dos voluntários que trabalharam. A ideia é fazer outros eventos desse tipo.”


O portal de notícias da Fundação Casa publicou matéria destacando o evento.